Os Vicios – Parte 1 – Como se Formam e o Que os Mantém – Edi Terapias

vicios e drogasTodos nós vivemos num mundo onde formamos  hábitos. Quando esses hábitos começam a causar uma série de efeitos negativos, passamos a chamá-los de vícios.
Como se formam e o que os mantêm?
“Assunto sugerido para quem tem algum hábito, vício ou que conheça, ou conviva com uma pessoa nessas condições.”
Este está sendo o primeiro artigo de quatro postagens que serão enviadas semanalmente, onde abordarei sobre o tema “Os Vicios” 
Vício (do latim “vitium”, que significa “falha” ou “defeito”) é um hábito repetitivo que degenera ou causa algum prejuízo…
Queremos muito acabar com nossos vícios, mas fica muito difícil eliminar algo que não conhecemos. Antes de querer eliminá-los, precisamos conhecer essa capacidade de ter um hábito tão destrutivo e saber como começam e o que está por trás disso.
Falando nisso, no que você é viciado?
Você está viciado em açúcar? Ou em refrigerante? Ou em comer demais? Ou em dormir demais? Ou viciado no comprimido para dormir?
Estou colocando esses exemplos somente para que percebam que o vício não é só o álcool, a cocaína, o cigarro. Este artigo, que é o primeiro de uma série de quatro, tratará do conteúdo voltado para o álcool, cocaína ou outras drogas.
O vício pode acontecer em qualquer época da vida, pode ser desde criança, na fase adulta e até na terceira idade, instalando um vício ou um hábito causando um prejuízo quase irreparável às pessoas.
Mas antes de nos libertar disso, porque tudo o que é negativo queremos nos livrar, teremos que entender o que está acontecendo. Entender o que nos leva a isso, o que está por trás e entender como se lida com a situação. 
Fomos nós mesmos que criamos tudo o que está em nós. Se nós não entendermos como nós o fazemos, nós não podemos desfazê-lo.
Vicios Edi Kalsing
 
O ser humano está sempre buscando uma coisa interessante e nova na vida, e ao encontrar a droga, o álcool ou o cigarro, acha que é bom. E pode até ser bom em certas situações, mas depois pode se tornar um vício e acaba sendo “um monstro” para a vida.
Cenas de vícios passam-se em centenas de lares, que chega até parecer que é um lugar comum disso acontecer. Entram por um caminho como uma ilusão e de repente se vêem no meio de um caos, um coisa pavorosa e indomável, “o vício”. 
vicios e sociedade 
Geralmente se começa tomando um golinho ali, um golinho aqui… Começa-se com os amigos, depois em festas. Sendo mais comum entre os homens pelo fato de terem o hábito de irem ao bar beber. Com o tempo conhecem a cocaína, “que segundo depoimentos é uma coisa gostosa” e acaba que fazem uma associação imediata entre o álcool e a cocaína. 
Depoimento de uma pessoa com o vicio de beber e cheirar.
“Geralmente não uso cocaína sem antes ter bebido. Depois de usar me sinto legal, mas passado umas duas horas começo a me sentir deprimido e me perguntando: onde estou e o que estou fazendo? E às vezes com o medo de voltar para casa e ser reprimido, continuo bebendo e usando até finalizar a noite. Chego à casa quase dia e então devido o efeito da cocaína não consigo dormir, tomo vários banhos, como tudo o que vejo pela frente e não tenho paciência com ninguém.”
Tem pessoas que quando começam não param mais e outras são diferentes, conseguem usar esporadicamente e controlam melhor. Tem os que têm uma tendência e se lançam em qualquer coisa, se for cigarro vai no cigarro, se for álcool vai no álcool, se for droga vai na droga. É uma personalidade que entra fácil, que não se contém e não tem dentro dele o “alerta moderador” para dizer PARA!!
  Geralmente esse tipo de personalidades é extremista em outros momentos, sem a droga, explodem por qualquer coisa, discutem, falam, falam e não param mais.
Quando existe essa tendência, a mudança fica geralmente na promessa.  
Saída tem, mas isso tem que partir da pessoa.
  Ela pode até prometer para a família que vai parar, mas não para. Acontece que a situação é delicada e complicada, e isso não quer dizer que não ame seus filhos ou seu companheiro ou companheira.  É uma doença, é um desequilíbrio. É uma tendência com a qual ele lida, e não tem nada a ver com gostar.
Muitas vezes queremos ajudar essas pessoas superprotegendo ou levando-as para um tratamento, mas, nem sempre isso resulta em resultados positivos. Muitas vezes as pessoas precisam chegar no “fundo do poço”, em profundo sofrimento. Só assim a pessoa possa decidir e querer mudar a situação e ao dizer: “eu não posso mais”, “eu quero sair dessa”, e procura um serviço de auxilio, para ter uma forma de ajuda. 
Este é o primeiro artigo voltado ao assunto Vícios.
Leia também: Depoimento de um viciado E você? 
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livre-se das drogas
 Áudio em MP3 com Reprogramação Mental desenvolvida pelo Chris Allmeida.
Conduta Terapêutica Para Livrar-se Das Drogas.

Edi Kalsing trabalha como Terapeuta Holística e nas horas vagas escreve para o blog "O Blog do Autoconhecimento" e além disso está lançando uma técnica pioneira de "Transformação Emocional". Acredita que podemos estar sempre fazendo algo para deixar um mundo melhor.

Comentários do Facebook:

Deixe um Comentário (2 comentários até o momento)


  1. Anonymous
    5 anos ago

    Edi,
    Excelente abordagem sobre o assunto…
    Quem nunca teve um amigo, parente, que por infelicidade do destino caiu nos vícios…
    E ficamos sem saber como lidar com tal situação…
    Muito importante a sua matéria que além de esclarecer o motivo pelo qual alguém se torna depende de algo, você ajuda como agir para sair…
    Parabénsss pela iniciativa e sabedoria!!!!

    Bjs. enorme em seu coração!!!

    Meire Costa Sousa Santos

  2. Querida Meire!!
    Muito obrigada pelo comentário!!
    Gostei muito de escrever esse artigo, assim como outros três artigos, e todos abordando o assunto em suas variadas fases.
    Um grande abraço Meire!!

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