Neste artigo, você verá 25 sintomas Síndrome do Pânico e também irá ler sete depoimentos sobre a doença. Você verá quais são as reações físicas e mentais no paciente. Também irei responder se a síndrome do pânico pode matar e, por fim, se os ataques de ansiedade têm cura. Está pronto? Vamos lá!

Já vou adiantar agora: apesar da síndrome do pânico dar a sensação de que você vai morrer, isso não acontece. A síndrome do pânico pode matar? NÃO. Se você está tendo uma crise de ansiedade agora, respire fundo várias vezes e repita consigo “isso não mata, isso não mata”. E saiba que existe cura, sim. Mas disso eu vou falar mais adiante. 😉

Síndrome do Pânico Sintomas Físicos

Durante os ataques de ansiedade, é comum sentir os seguintes sintomas físicos:

– Boca seca

– Bolo na garganta

– Coração disparado

– Formigamento ou dores na cabeça

– Dormência dos braços ou pernas

– Suor excessivo

– Ondas de calor

– Tontura e sensação de desmaio

– Aperto no peito, sensação de pontadas no coração

– Náuseas

– Falta de ar, dificuldade de respiração

– Dificuldade de ouvir, como se tudo ficasse distante

– Alteração na vista, tudo fica nublado ou desfocado

– Mãos trêmulas

– Vista embaçada

– Necessidade de ir ao banheiro

Não necessariamente o paciente experiencia todos os sintomas físicos, às vezes apenas alguns deles. Também durante o ataque de pânico, há sintomas mentais.

sintomas físicos e mentais sindrome do Pãnico
Veja os sintomas físicos e mentais da síndrome do pânico

Síndrome do Pânico Sintomas Mentais

– Medo de morrer ou ter ataque do coração (você não vai morrer, síndrome do pânico não mata!)

– Desespero

– Ansiedade extrema sem razão aparente

– Nervosismo em atividade que antes eram normais

– Desconforto em locais públicos, também conhecido como agorafobia

– Pensamentos ruins recorrentes, que não conseguem parar

– Medo descontrolado de parar de respirar

– Certeza de que se está doente, mesmo que exames mostrem estar tudo normal

– Medo de enlouquecer

– Medo do medo, medo de ter novos ataques acaba gerando ansiedade que culmina em nova crise

– Despersonalização, impressão de desligamento do mundo exterior, como se estivesse vivendo um sonho

– Desrealização, distorção da percepção impede diferenciar a realidade da fantasia

Aqui, novamente, nem todas as pessoas sentem todos os sintomas enumerados, mas alguns deles.

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A síndrome do pânico pode ser confundida com:

– ataque do coração

– problemas na tireoide

– esclerose múltipla

– tumores cerebrais

Isso porque os sintomas físicos são semelhantes, mas não se preocupe. Se você tiver síndrome do pânico, não há nada de errado com o seu corpo. Ou seja, você não sofre de nenhuma dessas doenças. A parte biológica está bem, os exames clínicos devem comprovar a normalidade.

Outro ponto bem importante a ser levado em consideração é que o que diferencia um ataque de pânico de um ataque cardíaco ou enlouquecimento é o medo. Ou seja, só no pânico haverá a presença do medo, ataque cardíaco ou surto psicótico, não há envolvimento de medo.

No entanto, um alto nível de ansiedade se acumula e gera a crise de pânico. Esse estado de pavor seria considerado comum se a pessoa estivesse em situação de perigo. O problema é que geralmente as crises acontecem quando tudo está aparentemente bem. Numa festa, na fila do supermercado, em casa ou até dormindo.

Os cientistas ainda não sabem exatamente por que a síndrome do pânico ocorre. Não existe uma regra que se aplique a todo mundo, mas alguns fatores são apontados como possíveis responsáveis. Veja a lista abaixo.

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Causas da Síndrome do Pânico

– predisposição genética

– passar por algum trauma que desencadeie os ataques, como acidentes, assaltos ou até traumas infantis

– estresse agudo

Na minha experiência como terapeuta, grande parte de pessoas portadoras de síndrome do pânico começou a desenvolver o transtorno em função do estresse. Geralmente são pessoas que se sobrecarregaram demais e que são consideradas eficientes nos seus trabalhos. Por isso, não se reconhecem ao ter episódios de ataques do pânico.

A síndrome do pânico afeta duas vezes mais mulheres do que homens. E há casos desde crianças até idosos com ataques de ansiedade constantes. No entanto, a faixa etária predominante é de 18 a 35 anos. Somente nos Estados Unidos, a doença já alcançou de 3 a 6 milhões de pessoas.

Ao ser diagnosticado, o paciente é dividido entre “com agorafobia” e “sem agorafobia”. Agorafobia é o medo de estar em locais com muitas pessoas como shoppings, supermercados, shows, etc. A diferença para outras fobias é que a pessoa sente o medo antes de ter contato com o objeto do medo. Ou seja, está em casa e tem medo de sair. Se você teve apenas uma crise de pânico, não necessariamente significa que você tem o transtorno. Para ser diagnosticado, é preciso ir até um psiquiatra.

 

Síndrome do Pânico Depoimentos

Separei para você alguns depoimentos de pessoas com síndrome do pânico. Elas narram os sintomas dos ataques de ansiedade. Esses depoimentos eu colhi na internet, em grupos de apoio e comentários de reportagens.

Como não pedi autorização para o uso dessas falas (apesar de elas estarem disponíveis na internet), vou deixar todos anônimos. Acredito que compartilhar experiências é uma forma de diminuir o preconceito. Se você é dono de algum dos comentários abaixo e não gostou de ter seu depoimento compartilhado, por favor, me avise que irei tirar imediatamente do ar.

1 – Síndrome do Pânico Depoimento: “só penso na morte”

A crise de pânico é a sensação de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento e vai causar sofrimento. Passa em mente um filme do que aconteceu. E quando os pensamentos vêm, eles tomam minha mente com ideias fixas. Não sei explicar, só penso na morte. Agonia. E, consequentemente, as reações físicas.

2 – Síndrome do Pânico Depoimento: “endureço como cimento minhas mãos”

Minhas pernas perdem o sentido, não consigo andar, falo enrolada, tremo pavorosamente, como se estivesse tendo convulsão, endureço como cimento minhas mãos esticadas, e um formigamento assustador dentro da cabeça.

3 – Síndrome do Pânico Depoimento: “sai correndo pra rua, quase fui atropelada e me joguei na frente de um carro pra tentar acabar com aquele desespero”

Comecei a sentir medo de sair de casa, medo da morte, medo de atender o telefone, medo de conversar… medo de fazer as coisas mais simples da vida, como ir ao mercado, ter amigos, falar com as pessoas, ver TV. Do pânico veio a depressão, eu passava por isso e não contava pra ninguém, sofria calada, com vergonha, com medo de me acharem maluca ou coisas do tipo. Teve uma vez que eu estava jantando num restaurante com um amigo e, ao pedir ao garçom um copo com gelo, me veio a crise de novo, nesse dia foi uma das piores crises, me tremi muito, comecei a chorar, a tremer de frio, a ver tudo desfigurado, o barulho dos pratos e conversas das pessoas do meu lado me apavorava ao ponto que sai correndo pra rua, quase fui atropelada e me joguei na frente de um carro pra tentar acabar com aquele desespero, meu amigo não entendeu nada porque eu escondia isso de todo mundo.

4 – Síndrome do Pânico Depoimento: “Achava que era fingimento das pessoas”

Tive várias entradas escandalosas em pronto socorros, mil exames, certeza de estar morrendo, gritando por socorro, assustando todo mundo ao meu redor. Em uma dessas consultas, o médico disse que eu tinha Síndrome do Pânico. Justo eu que pensava que isso era coisa de fresco, de fraco. Achava que era fingimento das pessoas. Ainda não estou conformado, tenho muito medo de morrer.  Sempre fui uma pessoa otimista, batalhadora, forte (aparentemente), pois me vi no chão durante as crises.

5 – Síndrome do Pânico Depoimento: “Isso me transforma num ser mais dependente que uma criança”

Adorava carro, mas é sinistro, se o carro está andando, tudo bem… parou no sinal com um carro maior dos 2 lados, nossa, dá vontade de descer e correr. O medo de perder o controle de si mesma é uma coisa que me limita a fazer quase tudo no dia. Isso me transforma num ser mais dependente que uma criança.

6 – Síndrome do Pânico Depoimento: “Muitas pessoas diziam que aquilo era coisa da minha cabeça”

Sentia dores/aperto no peito o tempo todo, nas costas, minhas vistas nunca mais pareciam voltar ao normal, fora as palpitações pelo corpo, falta de ar, garganta fechada, aperto no peito, agonia, taquicardia absurda, enjoo, diarreia, medo descontrolado, corpo trêmulo, mãos geladas, cabeça muito pesada… Mas tem cura, não é um bicho de sete cabeças! Me fizeram todo tipo de exame como: eletrocardiograma, ecocardiograma, exames de glicose, sangue e etc, e depois de todos os exames realizados nos laudos não dava absolutamente nada de anormal. Muitas pessoas diziam que aquilo era coisa da minha cabeça, diziam que eu estava inventando coisa, que isso não existia. “Hipocondríaca”, minha sogra me chamava. Ou “começou essa frescura, estava demorando!”. A verdade é que só entende quem tem. E você não precisa provar nada a ninguém, a não ser a si mesmo.

7 – Síndrome do Pânico Depoimento: “Eu queria minha vida de volta”

Tem muita gente que fica se lamentando, sofrendo, se torturando e não procura ajuda. Mas teve uma hora que disse “CHEGA” e procurei ajuda. Eu queria minha vida de volta.

Síndrome do Pânico tem cura?

Se você procurar um médico e perguntar se a síndrome do pânico tem cura, ele irá te responder que não. Porém a ciência sequer descobriu direito por que temos ataques de pânico em situações normais. Então, você concorda comigo que há um mundo inteiro que a ciência ainda não descobriu? Mas sorte sua que a minha opinião (e experiência de vida) me mostra o contrário: SIM, a síndrome do pânico tem cura, SIM!

Durante quase 20 anos como terapeuta holística, desenvolvi um método inovador para superar síndrome do pânico, medos e fobias. Já ajudei muita gente a ter sua vida de volta. Você também quer superar o transtorno do pânico? Quer um remédio natural? Pois chegou ao lugar certo.

E você sabe por que funciona? Porque eu desenvolvi um método que acessa diretamente o emocional. Raciocine comigo. O medo é uma emoção, e está no nível emocional. Por que diachos então tratam o transtorno a nível físico e mental se o processo acontece devido aos medos que estão no nível emocional?

Pois bem, desenvolvi algo que é pioneiro e inovador. Algo, rápido, simples, fácil e garantido. Clique aqui e saiba mais.

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Agora, me conte mais sobre você. Você já teve algum sintoma de síndrome do pânico? Comente abaixo 😊

Edi Kalsing trabalha como Terapeuta Holística e nas horas vagas escreve para o blog "O Blog do Autoconhecimento" e além disso está lançando uma técnica pioneira de "Transformação Emocional". Acredita que podemos estar sempre fazendo algo para deixar um mundo melhor.

5 respostas a “26 Sintomas Síndrome do Pânico e 7 Depoimentos”

  • Ñ sei oq tá acontecendo comingo uma angústia choro tenho medo de falar com pessoas náuseas muitas náuseas vômitos. To enlouquecendo ñ sei mais oq fazer

  • Eu fico com muito medo de morre quando esses ataques acontecem fui ao médico uma vez ele simplesmente olhou para mim e disse vc só teve um ataque de ansiedade não fez nem um exame nem nada e agora direto eu tenho esses ataques não sei mais o que fazer.

    • Olá!!
      Primeiramente agradeço seu comentário e em segundo lugar quero dizer que imagino o que você sentiu quando o médico fez o comentário superficial e que sei o quanto o medo de morrer é ruim para você.
      Eu nao sei se você sabe, mas eu ja ajudei muitas pessoas com problemas como o seu.
      Neste link eu explico como você tambem pode ficar livre disso. método: http://edikalsing.com/acabar-medo-fobia/
      Um grande beijo e muita boa sorte!
      Ah, tenho um audio que pode te ajudar que se tiver interesse clica no Lik abaixo e lhe passarei ele:WhatsApp: http://bit.ly/MiniTreinamentoSobreAnsiedade

  • Oii, tenho 16 anos, e já sofri muito pela ansiedade e a pela síndrome do Pânico. Ano passado acontecia mais, porém com a ajuda de meus pais, busquei ajuda pela psicóloga, que me ajudou, e ajuda, bastante. Parecia sempre Quênia morrer, nas primeiras fiquei com muito medo, mas nas outras, sempre tive meu remédio por perto e pessoas que me ajudaram bastante. Eu consegui passar por isso, então todos podem, claro, com suas dificuldades, mas meu conselho é sempre pedir ajuda ao próximo.

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